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FIND MADELEINEJá está em funcionamento um site na Internet para ajudar nas buscas de Madeleine McCann, a menina inglesa de quatro anos que desapareceu há 13 dias na Praia da Luz, no Algarve.
O site poderá ser encontrado no endereço www.findmadeleine.com a partir das 15h30. O objectivo desta iniciativa dos amigos e família do casal McCann é disponibilizar toda a informação sobre a menina de quatro anos, nomeadamente sobre os fundos recolhidos para auxiliar na procura da criança. Sobre o caso, fonte da Polícia Judiciária (PJ) admitiu hoje à agência Lusa a possibilidade de haver novas pistas no caso de Madeleine McCann, embora não tenha entrado em detalhes. Dezenas de jornalistas continuam junto à Casa Liliana, na Praia da Luz, onde o único arguido do caso, Robert Murat, vivia nos últimos tempos. Ao final da manhã de hoje registou-se a entrada de uma viatura - de marca Fiat Punto e de cor bordeaux - pelo portão principal da propriedade onde se situa a vivenda Liliana. A cerca de 100 metros da Casa Liliana, junto ao apartamento de onde desapareceu Madeleine há 13 dias, dois cães pisteiros e dois de busca e salvamento mantêm-se no local, guardados por uma imagem de Nossa Senhora de Fátima colocada por um crente no local há alguns dias. Fonte da PJ explicou à Lusa que o único arguido no caso de Madeleine, de 33 anos de idade, não se pode ausentar do país e tem que estar sempre disponível para quando a Polícia o chamar. O inspector-chefe Olegário de Sousa adiantou que o arguido não se pode ausentar de casa por mais de cinco dias sem comunicar às autoridades judiciárias. Na igreja da Praia da Luz têm sido celebradas missas e realizadas vigílias de solidariedade para com a pequena Madeleine e a sua família. O templo católico está até ao final da semana aberto todo o dia, com voluntários a manter a segurança à entrada. «Mantemos a igreja aberta o dia inteiro para que as pessoas possam vir rezar aqui», explicou à Lusa uma senhora britânica, de sobrenome Hyett, a residir no concelho de Lagos há sete anos.
Fonte : Jornal online SOL Calem-me a criancinha que não consigo mastigar !!!!!
Estava Miguel Sousa Tavares na TVI a comentar a nova Lei do Tabaco quando da sua boca saltou esta pérola: o fumo nos restaurantes, que o Governo quer limitar, incomoda muitíssimo menos do que o barulho das crianças - e a estas não há quem lhes corte o pio. Que bela comparação. Afinal, o que é uma nuvenzinha de nicotina ao pé de um miúdo de goela aberta? Vai daí, para justificar a fineza do seu raciocínio, Sousa Tavares avançou para uma confissão pessoal: "Tive a sorte de os meus pais só me levarem a um restaurante quando tinha 13 anos." Há umas décadas, era mais ou menos a idade em que o pai levava o menino ao prostíbulo para perder a virgindade. O Miguel teve uma educação moderna - aos 13 anos, levaram-no pela primeira vez a comer fora.
Senti-me tocado e fiz uma revisão de vida. É que eu sou daqueles que levam os filhos aos restaurantes. Mais do que isso. Sou daquela classe que Miguel Sousa Tavares considerou a mais ameaçadora e aberrante: os que levam "até bebés de carrinho!". A minha filha de três anos já infectou estabelecimentos um pouco por todo o país, e o meu filho de 14 meses babou-se por cima de duas ou três toalhas respeitáveis. É certo que eles não pertencem à categoria CSI (Criancinhas Simplesmente Insuportáveis), já que assim de repente não me parece que tenham por hábito exibir a glote cada vez que comem fora - mas, também, quem é que acredita nas palavras de um pai? E depois, há todo aquele vasto campo de imponderáveis: antes de os termos, estamos certos de que vão ser CEE (Crianças Exemplarmente Educadas), mas depois saltam cá para fora, começam a crescer e percebemos com tristeza que vêm munidos de vontade própria, que nem sempre somos capazes de controlar. O que fazer, então? Mantê-los fechados em casa? Acorrentá-los a uma perna do sofá? É uma hipótese, mas mesmo essa é só para quem pode. Na verdade, do alto da sua burguesia endinheirada, e sem certamente se aperceber disso, Miguel Sousa Tavares produziu o comentário mais snobe do ano. Porque, das duas uma, ou os seus pais estiveram 13 anos sem comer fora, num admirável sacrifício pelo bem-estar do próximo, ou então tinham alguém em casa ou na família para lhes tomar conta dos filhinhos quando saíam para a patuscada. E isso, caro Miguel, não é boa educação - é privilégio de classe. Muita gente leva consigo a prole para um restaurante porque, para além do desejo de estar em família, pura e simplesmente não tem ninguém que cuide dos filhos enquanto palita os dentes. Avós à mão e boas empregadas não calham a todos. A não ser que, em nome do supremo amor às boas maneiras, se faça como os paizinhos da pequena Madeleine: deixá-la em casa a dormir com os irmãos, que é para não incomodar o jantar. Fonte : DN Online
ÚLTIMA HORA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!APOSENTAÇÃO Novas Regras - Limite de idade (70 anos) Adequação dos Organismos ao limite de idade para aposentação: Tendo em vista a nova idade mínima para aposentação, sugerimos que sejam tomadas algumas providências para sobrevivência de toda e qualquer empresa: 1. Transformação das escadas existentes em rampas com corrimão não escorregadio; 2. Colocação de suporte para apoio nas casas de banho após a ampliação para possíveis cadeiras de rodas; 3. Substituição de todo o sistema de telefones, por aparelhos mais modernos que possibilitem que a perda de audição provocada pela idade avançada, seja compensada com o aumento de volume amplificado; 4. Aumento de tamanho de todas as fontes de impressão dos documentos emitidos a partir desta data, possibilitando a leitura em futuro próximo; 5. Compra de lentes de aumento para distribuição aos funcionários; 6. Aumento de tamanho dos monitores de computador para 27 polegadas; 7.Implementação dos seguintes tipos de falta não descontada; Ø Esquecimento do local de trabalho; Ø Esquecimento de como se faz o trabalho; Ø Falta de ar; Ø Incontinência urinária; Ø Dor nas costas; Ø Comparência em funeral de colegas que estavam prestes a aposentar-se. 8. Implementação de porta bengalas em todas as mesas de trabalho; 9. Despertador individual para casos de sono diurno; 10. Aumento das letras de todos os computadores; 11. Instalação de uma UTI Geriátrica de última geração; 12. Aumento do "time-out" para o encerramento das portas dos elevadores, tendo em vista a agilidade de locomoção dos funcionários ainda existentes; 13. Aquisição de armários para fraldas e remédios para uso dos funcionários; 14. Proibição de qualquer actividade ou vestuário dos funcionários mais novos que possa provocar ataque cardíaco ou desregulamento do marca-passo do colega, próximo da idade mínima em questão; 15. Criação de exercícios físicos voltados para a terceira e quarta idade; 16. Revisão da avaliação de desempenho do funcionário, incluindo o item "Lembrança da Senha", sendo que o funcionário, prestes a aposentar-se nos termos da lei, que ainda se lembre da sua senha, tenha a nota máxima neste item; 17. Alteração nas instruções de pedido de aposentação :Incluir Atestado de Óbito. SentirQuem me conhece sabe bem o quanto eu gosto do sol e do calor, o quanto espero para ter a oportunidade de me deixar ficar a sentir a luminosidade e as boas energias que desse astro esplendoroso emana...mas também é verdade que apenas sei e sinto isto porque já senti a emoção de passear à chuva e deixá-la invadir o meu espaço............!!!!!!!!!!!!! Conto ÁrabeUma vez, um sultão árabe sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.
- Que desgraça, senhor! Exclamou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.
- Mas que insolente - gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!
Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites.
Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho.Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:
- Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saía do palácio, um dos cortesãos o abordou e, admirado, disse a ele: - Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega, que esteve aqui anteriormente havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.
- Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer. Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra. Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas. A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir,provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade. A embalagem, nesse caso, é a indulgência, o carinho, a compreensão e, acima de tudo, a vontade sincera de ajudar a pessoa a quem nos dirigimos.
— Ademais — continuou— , será sábio de nossa parte se, antes de dizer aos outros o que julgamos ser uma verdade, podermos dizê-la a nós mesmos diante do espelho. Conforme seja a nossa reacção, podemos seguir em frente ou deixar de lado o nosso intento. Importante, mesmo, é ter sempre em mente que fará diferença a maneira de dizer as coisas. (enviado pela minha "mana" Marisa)
A mãe e o filho Fabulosa esta imagem
A mãe e o filho
Esta é uma formação rochosa na beira de um lago na Birmânia.
Esta foto só é possível em um determinado período do ano, devido à luminosidade pela inclinação do sol.
Para conseguir melhor efeito inclina a cabeça para a esquerda até ver o reflexo da imagem juntar-se à própria imagem.
Espectacular !!!A redacção que se segue foi escrita por um candidato numa selecção de Pessoal na Volkswagen. A pessoa foi aceite e seu texto está a fazer furor na Internet, pela sua criatividade e sensibilidade. "Já fiz cócegas à minha irmã só para que deixasse de chorar, já me queimei a brincar com uma vela, já fiz um balão com a pastilha que se me colou na cara toda, já falei com o espelho, já fingi ser bruxo. MÃE... fiz o que me pediste Fui à festa, mãe.
Fui a uma festa, e lembrei-me do que me disseste.
Pediste-me que eu não bebesse álcool, mãe...
Então, bebi uma "Sprite".
Senti orgulho de mim mesma, e do modo como me disseste que eu me´sentiria e que não deveria beber e conduzir.
Ao contrário do que alguns amigos me disseram.
Fiz uma escolha saudável, e o teu conselho foi correcto.
E quando a festa finalmente acabou, e o pessoal começou a conduzir sem condições. ..
Fui para o meu carro, na certeza de que iria para casa em paz...
Eu nunca poderia esperar...
Agora estou deitada na rua, e ouvi o policia dizer:
"O rapaz que causou este acidente estava bêbado", mãe, a voz parecia tão distante...
O meu sangue está escorrido por todos os lados e eu estou a tentar com todas as minhas forças, não chorar...
Posso ouvir os para-médicos dizerem: "A rapariga vai morrer"...
Tenho a certeza de que o rapaz não tinha a menor ideia, enquanto ele estava a toda velocidade, afinal, ele decidiu beber e conduzir e agora tenho que morrer...
Então por que as pessoas fazem isso, mãe?
Sabendo que isto vai arruinar vidas?
A dor está-me a cortar como uma centena de facas afiadas...
Diz à minha irmã para não ficar assustada, mãe, diz ao papá que ele seja forte...
E quando eu for para o céu, escreva "Menina do Pai" na minha sepultura...
Alguém deveria ter dito aquele rapaz que é errado beber e conduzir...
Talvez, se os seus pais tivessem dito, eu ainda estivesse viva...
Minha respiração está a ficar mais fraca, mãe, e estou realmente a ficar com medo...
Estes são os meus momentos finais e sinto-me tão desesperada...
Eu gostaria que tu pudesses abraçar-me, mãe, enquanto estou esticada aqui a morrer, eu gostaria de poder dizer que te amo, mãe...
Então...
Amo-te e adeus...
Estas palavras foram escritas por um repórter que presenciou o acidente.
A jovem, enquanto agonizava, ia dizendo as palavras e o repórter ia anotando... muito chocado.
Este repórter iniciou uma campanha.
Quantas vezes precisamos de sentir a culpa que não era para ser a nossa ?
Quantas vezes precisamos de sofrer por erros cometidos pelos outros?
Viver a vida é tão bom !!!!!! |
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