<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><?xml-stylesheet type='text/xsl' href='http://rosalexandra.spaces.live.com/mmm2008-07-24_12.50/rsspretty.aspx?rssquery=en-US;http%3a%2f%2frosalexandra.spaces.live.com%2fcategory%2fArthur%2bda%2bT%c3%a1vola%2ffeed.rss' version='1.0'?><rss version="2.0" xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" xmlns:msn="http://schemas.microsoft.com/msn/spaces/2005/rss" xmlns:live="http://schemas.microsoft.com/live/spaces/2006/rss" xmlns:dcterms="http://purl.org/dc/terms/" xmlns:cf="http://www.microsoft.com/schemas/rss/core/2005" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"><channel><title>('';)**Rosa Alexandra** ('';): Arthur da Távola</title><description /><link>http://Rosalexandra.spaces.live.com/?_c11_BlogPart_BlogPart=blogview&amp;_c=BlogPart&amp;partqs=catArthur%2bda%2bT%25C3%25A1vola</link><language>en-US</language><pubDate>Thu, 04 Sep 2008 16:02:46 GMT</pubDate><lastBuildDate>Thu, 04 Sep 2008 16:02:46 GMT</lastBuildDate><generator>Microsoft Spaces v1.1</generator><docs>http://www.rssboard.org/rss-specification</docs><ttl>60</ttl><cf:parentRSS>http://Rosalexandra.spaces.live.com/blog/feed.rss</cf:parentRSS><live:type>blogcategory</live:type><live:identity><live:id>143390088470575834</live:id><live:alias>Rosalexandra</live:alias></live:identity><cf:listinfo><cf:group ns="http://schemas.microsoft.com/live/spaces/2006/rss" element="typelabel" label="Type" /><cf:group ns="http://schemas.microsoft.com/live/spaces/2006/rss" element="tag" label="Tag" /><cf:group element="category" label="Category" /><cf:sort element="pubDate" label="Date" data-type="date" default="true" /><cf:sort element="title" label="Title" data-type="string" /><cf:sort ns="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/" element="comments" label="Comments" data-type="number" /></cf:listinfo><item><title>Amar</title><link>http://Rosalexandra.spaces.live.com/Blog/cns!1FD6C869799BADA!430.entry</link><description>&lt;div&gt;
&lt;p align=center&gt;&lt;span style="font-size:10pt;color:black"&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;&lt;img src="http://www.mimosdanina.blogger.com.br/ilove.gif"&gt;
&lt;p align=center&gt;                                                     &lt;/font&gt;&lt;/span&gt;
&lt;p align=left&gt;&lt;span style="font-size:10pt;color:black"&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt; 
&lt;p align=left&gt;&lt;span style="font-size:10pt;color:black"&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar: Aprenda a fazer bonito o seu amor.&lt;br&gt;Aprenda, apenas, a tão difícil arte de amar bonito.&lt;br&gt;Tenho visto muito amor por aí: amores mesmo, bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de entrega, doação e dádiva, mas esbarram na dificuldade de se tornar bonito.&lt;br&gt;Apenas isso: bonitos... Amores que são verdadeiros, eternos e descomunais de repente se percebem ameaçados apenas e tão somente porque não sabem ser bonitos: cobram, exigem, rotinizam, descuidam, reclamam, deixam de compreender, necessitam mais do que oferecem, precisam mais do que atendem, enchem-se de razões. sim, de razões. Ter razão é o maior perigo no amor. Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reivindicar, de exigir justiça, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de sua vida no qual não possa ter razão.&lt;br&gt;Nem queira... Ter razão é um perigo: em geral, enfeia o amor,pois é invocado com justiça mas na hora errada. Amar bonito é saber a hora de ter razão. Ponha a mão na consciência! Você tem certeza que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do gesto, da acção, da reacção, do olhar, da saudade, da alegria do encontro, da dor do desencontro, a maior beleza possível? Talvez não... Cheio ou cheia de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre, e sofrendo, deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de ser alegre, igual criança.&lt;br&gt;E, sem soltar a criança, nenhum amor é bonito. Não tema o romantismo.&lt;br&gt;Derrube as cercas da opinião alheia. Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de quem você ama. Adie sempre, se possível, com beijos,aquela conversa importante que precisa ter, arquive se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida. Para quem ama, toda atenção é sempre pouca. Quem ama feio não sabe que pouca atenção pode ser toda atenção possível. Quem ama bonito não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de ter. Não teorize sobre o amor, ame. Siga o destino dos sentimentos aqui e agora. Não tenha medo exactamente de tudo o que você teme, como a sinceridade, não dar certo e depois vir a sofrer(sofrerá de qualquer jeito), abrir o coração, contar a verdade do tamanho do amor que sente. Jogue para alto todas as jogadas, golpes, espertezas, atitudes&lt;br&gt;sabidamente eficazes (não é sábio ser sabido): seja apenas você no auge de&lt;br&gt;sua emoção e carência, exactamente aquele você que a vida impede de ser. Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs, falando besteiras, mas criando sempre, sentindo o coração bater como no tempo do Natal infantil.&lt;br&gt;Revivendo os carinhos que instruiu em criança sem medo de dizer: eu quero, eu gosto, eu estou com vontade. Talvez aí você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer bonito o seu amor ou bonitar (a ordem das frases não altera o produto), sempre que ele seja a mais verdadeira expressão de tudo o que você é e nunca, deixaram, conseguiu, soube, pôde, foi possível, ser. Ame-se o suficiente para ser capaz de gostar do amor e só assim poder começar a tentar fazer o outro feliz.&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10pt;color:black"&gt;&lt;br&gt;
&lt;p align=left&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#ff0000"&gt;Arthur da Távola&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:10pt"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://c.services.spaces.live.com/CollectionWebService/c.gif?cid=143390088470575834&amp;page=RSS%3a+Amar&amp;referrer=" width="1px" height="1px" border="0" alt=""&gt;&lt;img style="position:absolute" alt="" width="0px" height="0px" src="http://c.live.com/c.gif?NC=31263&amp;amp;NA=1149&amp;amp;PI=73329&amp;amp;RF=&amp;amp;DI=3919&amp;amp;PS=85545&amp;amp;TP=rosalexandra.spaces.live.com&amp;amp;GT1=Rosalexandra"&gt;</description><comments>http://Rosalexandra.spaces.live.com/Blog/cns!1FD6C869799BADA!430.entry#comment</comments><guid isPermaLink="true">http://Rosalexandra.spaces.live.com/Blog/cns!1FD6C869799BADA!430.entry</guid><pubDate>Sun, 20 Nov 2005 18:21:42 GMT</pubDate><slash:comments>0</slash:comments><msn:type>blogentry</msn:type><live:type>blogentry</live:type><live:typelabel>Blog entry</live:typelabel><wfw:commentRss>http://Rosalexandra.spaces.live.com/blog/cns!1FD6C869799BADA!430/comments/feed.rss</wfw:commentRss><wfw:comment>http://Rosalexandra.spaces.live.com/Blog/cns!1FD6C869799BADA!430.entry#comment</wfw:comment><dcterms:modified>2005-11-20T18:21:42Z</dcterms:modified></item><item><title>Afinidade</title><link>http://Rosalexandra.spaces.live.com/Blog/cns!1FD6C869799BADA!224.entry</link><description>&lt;div&gt;&lt;font face="Tahoma,Helvetica,Sans-Serif" color="#99cc00"&gt;&amp;quot;Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem ao tempo e ao depois.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;font face="Tahoma,Helvetica,Sans-Serif" color="#99cc00"&gt;A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. É o mais independente.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;font face="Tahoma,Helvetica,Sans-Serif" color="#99cc00"&gt;Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;font face="Tahoma,Helvetica,Sans-Serif" color="#99cc00"&gt;Afinidade é não haver tempo mediando a vida. É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do subjetivo para o objetivo. Do permanente sobre o passageiro. Do básico sobre o superficial.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;font face="Tahoma,Helvetica,Sans-Serif" color="#99cc00"&gt;Ter afinidade é muito raro. Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas. O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples e claro diante de alguém com quem você tem afinidade.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;font face="Tahoma,Helvetica,Sans-Serif" color="#99cc00"&gt;Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras. É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;font face="Tahoma,Helvetica,Sans-Serif" color="#99cc00"&gt;Afinidade é sentir com. Nem sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo. Quanta gente ama loucamente, mas sente contra o ser amado. Quantos amam e sentem para o ser amado, não para eles próprios.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;font face="Tahoma,Helvetica,Sans-Serif" color="#99cc00"&gt;Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo. É olhar e perceber. É mais calar do que falar, ou, quando é falar, jamais explicar: apenas afirmar.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;font face="Tahoma,Helvetica,Sans-Serif" color="#99cc00"&gt;Afinidade é jamais sentir por. Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo. Mas quem sente com, avalia sem se contaminar. Compreende sem ocupar o lugar do outro. Aceita para poder questionar. Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;font face="Tahoma,Helvetica,Sans-Serif" color="#99cc00"&gt;Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças. É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidade vividas.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;font face="Tahoma,Helvetica,Sans-Serif" color="#99cc00"&gt;Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação. Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas oportunidades dadas (tiradas) pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar. E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais a expressão do outro sob a forma ampliada do eu individual aprimorado.&lt;br&gt;(Artur da Távola)&amp;quot;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;table cellspacing="0" border="0"&gt;&lt;tr height="8"&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td valign="top"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://byfiles.storage.live.com&amp;#47;y1pL26DRHDcn57iPHVOTi2ZKr65Vq3_po0cwUs47lwoBsSXQVOSqrEbjgA-N16N1A18"&gt;&lt;img src="http://storage.live.com&amp;#47;items&amp;#47;1FD6C869799BADA&amp;#33;225&amp;#58;thumbnail" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="15"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://c.services.spaces.live.com/CollectionWebService/c.gif?cid=143390088470575834&amp;page=RSS%3a+Afinidade&amp;referrer=" width="1px" height="1px" border="0" alt=""&gt;&lt;img style="position:absolute" alt="" width="0px" height="0px" src="http://c.live.com/c.gif?NC=31263&amp;amp;NA=1149&amp;amp;PI=73329&amp;amp;RF=&amp;amp;DI=3919&amp;amp;PS=85545&amp;amp;TP=rosalexandra.spaces.live.com&amp;amp;GT1=Rosalexandra"&gt;</description><comments>http://Rosalexandra.spaces.live.com/Blog/cns!1FD6C869799BADA!224.entry#comment</comments><guid isPermaLink="true">http://Rosalexandra.spaces.live.com/Blog/cns!1FD6C869799BADA!224.entry</guid><pubDate>Wed, 13 Jul 2005 20:55:02 GMT</pubDate><slash:comments>0</slash:comments><msn:type>blogentry</msn:type><live:type>blogentry</live:type><live:typelabel>Blog entry</live:typelabel><wfw:commentRss>http://Rosalexandra.spaces.live.com/blog/cns!1FD6C869799BADA!224/comments/feed.rss</wfw:commentRss><wfw:comment>http://Rosalexandra.spaces.live.com/Blog/cns!1FD6C869799BADA!224.entry#comment</wfw:comment><dcterms:modified>2005-11-20T16:38:19Z</dcterms:modified></item></channel></rss>